Quarta-feira, 21 de  novembro de 2018

Bancada do PSB reúne-se com o governador eleito, Eduardo Leite

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Escrito por Luciane Ferreira |  Categoria: Blog
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Os deputados da bancada do PSB, Liziane Bayer, Elton Weber e Catarina Paladini reuniram-se com o governador eleito Eduardo Leite (PSDB), nesta quarta-feira (07), na Assembleia Legislativa. No encontro, Leite apresentou as propostas que pretende desenvolver em seu mandato e se colocou à disposição para o diálogo com o partido nos temas de interesse do Estado. Também relatou aos parlamentares sobre as dificuldades das contas gaúchas e reafirmou sua posição contra o aumento de despesas e a favor do equilíbrio das receitas, defendendo a manutenção das alíquotas de ICMS por dois anos.

A líder da bancada, deputada Liziane Bayer, agradeceu a posição de Leite de aproximar o Legislativo ao novo formato do Governo e afirmou que este é um momento de renovação para a política.

Também participaram da reunião, o vice eleito, Ranolfo Vieira, a deputada eleita, Franciane Bayer, o deputado Lucas Redecker, o presidente do PSB/RS e coordenador da bancada, Mário Bruck e os assessores parlamentares, Sérgio Teixeira e Alexandre Scheifler.

 

PSB se coloca na oposição em defesa da democracia e dos direitos sociais

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Escrito por Luciane Ferreira |  Categoria: Blog
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A Comissão Executiva Nacional do PSB aprovou nesta segunda-feira (5), em Brasília, documento em que avalia o quadro político pós-eleições 2018 e destaca o posicionamento do partido diante da nova conjuntura nacional.

De acordo com o documento, a agenda política majoritária que surgiu das eleições de outubro e as pautas defendidas pelo governo eleito até o momento levam o partido à oposição.

“A nossa situação não é a que escolhemos, é a que os eleitores nos colocaram. O eleitor nos colocou na oposição porque os candidatos que apoiamos no primeiro turno e no segundo turno perderam a eleição”, disse o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, durante a reunião.

Siqueira ressaltou que as ideias do candidato eleito são “diametralmente” opostas aos princípios socialistas, mas que o partido não fará oposição “sistemática”. “As ideias que foram eleitas são diametralmente opostas ao que nós pensamos. Nem por isso iremos nos aliar a uma oposição sistemática. Esse não é o perfil do PSB”, afirmou.

O presidente do PSB disse que o partido atuará em questões concretas, “na defesa intransigente da democracia e da liberdade de imprensa, e da preservação dos direitos sociais conquistados nos 30 anos de democracia, e que não são poucos”.

Ele lembrou que o posicionamento do PSB em relação ao novo governo corresponderá ao que sempre defendeu em seus 70 anos de história. Conforme o documento aprovado, o partido exercerá resistência “sem tréguas” ao governo eleito, mas em uma “perspectiva que busca o bem comum”.

Segundo o presidente, os socialistas irão torcer para que o governo “não dê errado, mesmo com as suas ideias, porque o país precisa sair da crise, precisa retomar o emprego, precisa retomar os direitos”.

No texto, o PSB reitera seu “respeito inflexível” aos direitos humanos e afirma que a lógica do “quanto pior, melhor” não faz parte dos princípios e do histórico de atuação do partido.

“Não faremos do sofrimento dos brasileiros um trampolim para os próximos pleitos eleitorais. Pelo contrário, trabalharemos sem descanso para demonstrar […] que somos uma oposição com brios e valores, com uma agenda definida em função das demandas e urgências do nosso país”, destaca o documento.

A resolução faz uma avaliação dos desafios que se impõem com a onda conservadora que ganhou força no país e em várias partes do mundo e traz ainda um balanço do desempenho dos socialistas nas urnas.

Assessoria de Comunicação/PSB Nacional

PSB reúne bancadas do Senado e da Câmara para avaliar eleições e cenário nacional

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Escrito por Luciane Ferreira |  Categoria: Blog
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O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, reuniu as bancadas socialistas da Câmara e do Senado nesta quinta-feira (1), na sede nacional, em Brasília, para avaliar o resultado das eleições e o novo cenário político nacional. A deputada federal eleita, Liziane Bayer, participou da reunião.

 

O encontro antecede a reunião da Comissão Executiva Nacional, marcada para a próxima segunda-feira (5). Participaram da reunião o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, o prefeito do Recife, Geraldo Julio, o líder do PSB no Senado, Antônio Carlos Valadares, e o primeiro vice-líder na Câmara, Bebeto Galvão.

 

Durante a reunião, Siqueira fez uma avaliação do desempenho do partido nas eleições. Segundo ele, o resultado da eleição presidencial coloca o PSB na oposição ao próximo governo. No segundo turno, o partido apoiou o candidato de centro-esquerda Fernando Haddad, que obteve 44,46% do total de votos válidos.

 

De acordo com Siqueira, as ideias do candidato eleito são “diametralmente opostas” aos princípios socialistas.

 

“Nós vemos com clareza que não temos outro papel que não seja o de oposição”, declarou. “O que nos coloca no governo e na oposição são os eleitores, não apenas porque não apoiamos o candidato eleito, mas também porque nossas ideias são diametralmente opostas às dele”, disse aos parlamentares.

 

O presidente do PSB defendeu, no entanto, que a oposição seja feita de forma “inteligente, coerente e propositiva”, “não para inviabilizar o novo governo”, mas para defender os interesses do país e os direitos sociais dos cidadãos.

 

“Nós respeitamos o resultado eleitoral porque somos democráticos, e em respeito aos eleitores é que vamos fazer uma oposição inteligente, coerente e propositiva. O que nós queremos é uma oposição que pense em primeiro lugar no país e nos direitos sociais da sua população”, afirmou.

 

Aos socialistas, Siqueira disse ainda que o PSB não é um partido de “conveniência eleitoral”. “A nossa conveniência é aquilo que for conveniente para o Brasil. Mas sem perder o rumo, e sem ir para o fisiologismo”, destacou.

 

 

Na reunião, o presidente do PSB fez ainda um balanço do desempenho do partido nas urnas. Foram eleitos governadores em Pernambuco, Paraíba e Espírito Santo, a 32 deputados federais, a sétima maior bancada na Câmara, além de dois senadores e 64 deputados estaduais.

 

Crescimento: PSB elegeu três governadores

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Escrito por Luciane Ferreira |  Categoria: Blog
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Em Pernambuco, o governador Paulo Câmara derrotou Armando Monteiro (PTB), como fez em 2014, e foi reeleito com 50,61% (3.759.779) dos votos. Monteiro ficou em segundo lugar, com 36,01% (1.355.732). A coligação de Câmara também elegeu os dois senadores da chapa.

 

No Espírito Santo, Renato Casagrande conquistou 55% (1.931.990) dos votos válidos, contra Carlos Manato, segundo colocado com 525.877 (25,20%).

 

Na Paraíba, João Azevedo alcançou 58,2% (1.866.011), contra Lucélio Cartaxo (PV), que obteve 436.098 (23,40%).

 

Conheça histórico dos governadores eleitos:

 

Renato Casagrande (ES)

 

Natural de Castelo (ES), Casagrande tem 57 anos e vai governar o Estado pela segunda vez. Graduado em Direito e Engenharia Florestal, o socialista foi deputado estadual, deputado federal e senador.

 

Entre 2011 e 2015, período em que governou o Espírito Santo, Casagrande reequilibrou as contas públicas do Estado e implementou um programa que foi responsável por uma redução histórica dos índices de violência, o Estado Presente.

 

Em 2014, o Espírito Santo foi considerado o Estado mais transparente do país pela ONG Contas Abertas. A gestão socialista também foi o única a receber nota A da Secretaria do Tesouro Nacional, o que significa nota máxima em equilíbrio econômico e fiscal.

 

Durante a campanha, Casagrande disse que vai priorizar a segurança pública e a saúde. Os índices de violência, que voltaram a crescer no Estado, sobretudo os crimes contra o patrimônio, serão combatidos com o retorno do Batalhão de Missões Especiais (BME) e da Ronda Tática Ostensiva Motorizada (Rotam), extintos em 2017 pelo governo de Paulo Hartung (MDB).

 

Na área da saúde, Casagrande pretende descentralizar e regionalizar os serviços hospitalares, como consultas e exames, e reduzir o tempo de espera por atendimento com unidades móveis nos municípios.

 

Casagrande quer ainda investir em educação, com ampliação do ensino integral nas escolas e formação permanente de professores.

 

João Azevedo (PB)

 

Engenheiro Civil e professor, João Azevedo, de 62 anos, foi secretário de Estado da Infraestrutura, dos Recursos Hídricos, do Meio Ambiente e da Ciência e Tecnologia nos governos de Ricardo Coutinho (PSB). Na Prefeitura de João Pessoa, Azevedo ocupou o cargo de secretário de Serviços Urbanos.

 

O socialista iniciou a corrida eleitoral em terceiro lugar, mas surpreendeu com crescimento de 15 pontos percentuais nas últimas pesquisas Ibope. É a primeira vez que Azevedo irá ocupar um cargo eletivo.

 

Durante a campanha, Azevêdo defendeu a criação de escolas em tempo integral e ensino bilíngue, além de novas escolas técnicas. Na área da saúde, Azevedo propõe ampliar o número de leitos para internações de longa permanência e reformar os hospitais.

 

No setor de infraestrutura, defendeu a conclusão da implantação da Adutora Transparaíba, realização das obras para a contenção da erosão da Barreira de Cabo Branco e implantação de um veículo leve sobre trilhos (VLT) em Campina Grande.

 

O plano de governo de Azevedo prevê ainda criação e manutenção do Programa Primeiro Emprego, concursos públicos para a área de educação e para os quadros do sistema de segurança.

 

Paulo Câmara (PE)

 

Formado em Ciências Econômicas pela Universidade Federal de Pernambuco, Paulo Câmara, 46 anos, foi secretário de Administração do governo de Eduardo Campos entre 2007 e 2010. No mesmo ano, passou a responder pela Secretaria de Turismo e, em janeiro de 2011, assumiu o cargo de secretário da Fazenda até 2014.

 

Natural de Recife, Câmara foi eleito pela primeira vez governador de Pernambuco em 2014, também em primeiro turno, com 68% dos votos.

 

Durante a campanha, Paulo Câmara defendeu um “pacto pelo emprego” e pelo crescimento econômico para recuperar e criar novas vagas de trabalho em Pernambuco.

 

O socialista propôs a criação de um 13º salário para o Bolsa Família, a construção de moradias para diminuir o déficit habitacional e unidades de saúde em diferentes mesorregiões, para encurtar as distâncias para o tratamento médico de quem mora no interior.

 

Assessoria de Comunicação/PSB Nacional

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