Segunda-feira, 23 de  abril de 2018

Diretório Estadual se reúne em maio

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Escrito por Luciane Ferreira |  Categoria: Coluna Socialista
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O presidente do PSB/RS, deputado federal José Stédile, convoca os membros do diretório estadual para reunião ordinária que acontece no dia 5 de maio, a partir das 10h, na Câmara de Vereadores de Porto Alegre (Av.Loureiro da Silva, 255). Na pauta a apresentação dos resultados dos Encontros Regionais e as eleições 2018. 

 

 

Venâncio Aires recebe novos filiados

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Escrito por Luciane Ferreira |  Categoria: Coluna Socialista
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Na sexta-feira, 13/4, o PSB de Venâncio Aires fez um grande ato de filiação. Importantes lideranças do município ingressaram no partido. O evento contou com a presença do prefeito Giovane Wickert, da primeira-dama, Cristiane Wickert, dos deputados estaduais, Liziane Bayer e Catarina Paladini, e federal Heitor Schuch, da vereadora Sandra Wagner, do vice-presidente nacional Beto Albuquerque, a secretária estadual de mulheres, Maria Luisa Loose (Malu), a secretária municipal, Claura Stecker e o do presidente municipal, Nestor de Azeredo.

As filiações marcam o crescimento do partido, que administra o município. Entre as novas filiações muitas mulheres. A secretária estadual, Malu, diz que o município está de parabéns por incentivar as filiações femininas. “O prefeito Giovani e a Claura têm feito um trabalho importante, que muito nos orgulha’, diz. 

Nota de pesar pelo falecimento de João Batista Marçal

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Escrito por Luciane Ferreira |  Categoria: Coluna Socialista
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A Executiva Estadual do PSB vem a público manifestar o seu pesar pela morte do jornalista e radialista João Batista Marçal, ocorrido no último dia 23 de fevereiro, aos 76 anos.

Marçal teve uma destacada no jornalismo do estado e nunca abriu mão de suas convicções políticas. Filiado histórico do PSB, participou da primeira direção estadual, após a reorganização partidária em 1985. Foi candidato a vereador e presidiu o partido em Porto Alegre. Sua voz e sua consciência política farão falta. Também teve atuação destacada no Sindicato dos Jornalistas e foi pesquisador dos movimentos sociais e sindicais.

Nós do PSB nos solidarizamos com a família enlutada.

 

José Stédile

Presidente do PSB/RS

 

SSB promove Plenária Política Socialista

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Escrito por Luciane Ferreira |  Categoria: Coluna Socialista
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O Sindicalismo Socialista Brasileiro promove no próximo dia 10 de março a Plenária Política Socialista com painéis de discussão relacionadas à dívida pública e resistência sindical. Com a presença do presidente estadual do PSB, deputado federal José Stédile, o evento terá como painelistas o vice-presidente nacional da Central do Trabalhadores do Brasil (CTB), Vicente Selistre, e o ex-deputado federal constituinte e autor da Lei do Voto aos 16 anos, Hermes Zanetti.

Vicente Selistre, que também é coordenador nacional da Corrente Sindical do PSB, abordará a conjuntura atual do movimento sindical, a resistência e o combate político e judicial e a reforma trabalhista. Já Hermes Zanetti, apresentará o painel sobre a dívida pública brasileira e gaúcha, a crise financeira e os preceitos para um projeto de desenvolvimento econômico e social.

Durante a atividade, a Juventude Socialista Brasileira (PSB) fará o lançamento da campanha “Se liga16”. O objetivo é estimular jovens de 16 e 17 anos a votarem nas eleições, participando ativamente da vida política.

A atividade acontece a partir das 8h30 no Plenarinho da Assembleia Legislativa – Praça Marechal Deodoro, 101, 3º andar.

 Texto: Fabiana Calçada

 

Intervenção no Rio de Janeiro: não basta “jogar para a torcida”

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Escrito por Luciane Ferreira |  Categoria: Artigos
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Autor: Carlos Siqueira, presidente nacional do PSB 

O governo federal, como é de conhecimento geral, baixou decreto que estabelece intervenção federal na área de segurança pública, com o objetivo de “pôr termo a grave comprometimento da ordem pública no Estado do Rio de Janeiro”.

A iniciativa, curiosamente, acaba por criar a ambiência que a torna um fato, uma vez que, se o próprio governo federal indica existir uma desordem de tal magnitude, que mereça sua intervenção direta, como lhe fazer oposição?

O que decorre inicialmente do ato presidencial é, portanto, uma mobilização da opinião pública em torno de tema sensível para todos os habitantes daquela unidade federada. Havia, contudo, razões objetivas para que se tomasse a medida?

Aparentemente não, na justa medida em que a criminalidade que se procura combater não teve um recrudescimento absurdo, quer no carnaval, quer em período de tempo imediatamente anterior. A sensação de insegurança, contudo, é preponderante no sentimento popular, o que se pode considerar legítimo. Por outro lado, o próprio governador Luiz Fernando Pezão admitiu a perda de controle sobre a situação, o que por si mesmo cria uma justificativa para a intervenção.

Note-se, contudo, que a par do sentimento de insegurança, se trata da mesmíssima violência que se abate sobre o Estado por décadas, acentuada pela ausência de preparo e de planejamento da polícia, algo reconhecido pelo próprio governador. Os atores continuam os mesmos, tendo como contribuição relevante e recente, é bem certo, o aumento desenfreado da corrupção, que alcançou o governo e alguns agentes públicos, levando à suspensão de pagamento de salários e de fornecedores, interrupção na prestação de serviços públicos etc.

São fatores a relevar, ainda, que o Rio de Janeiro se veja diante de uma polícia desaparelhada, exposta de forma diuturna ao poderio, inclusive financeiro, do crime organizado; desmotivada, mal treinada, acuada territorialmente. A intervenção terá tempo de atuar sobre essas questões?

No âmbito do próprio governo federal, por outro lado, há medidas por tomar uma vez que o Brasil não é produtor de armas ou drogas que chegam ao País em decorrência de uma fiscalização de fronteiras insuficiente, associada à baixa intensidade das operações de inteligência, que seriam necessárias a sua adequada execução.

Sobre o cenário geral, o que de fato é mais relevante encontra pouca repercussão: a ausência criminosa de Estado, na concepção e implementação de políticas sociais, que ofereçam especialmente aos jovens – ainda que não só – vida digna, possibilidades concretas de educação, trabalho, lazer, emprego e renda que possibilitem às famílias se organizarem como tal, em lugar de se verem diante de uma luta incruenta pela sobrevivência, cuja desesperança degrada, e cuja degradação confere às trajetórias criminosas um fascínio contra o qual se torna difícil concorrer.

Se a eficácia que se pode esperar está limitada pelos fatores apontados acima; se a repressão é obviamente necessária, quando se trata de crime organizado, é preciso manter a atenção, também, sobre os riscos.

O quanto pode interessar ao País colocar a imagem do Exército em tamanha proximidade com um problema de ordem interna, sabendo-se de antemão do poder econômico do crime organizado? Tendo os meios, o armamento e o poder dissuasivo, as tropas que vão ser mobilizadas detêm a lógica do combate ao crime, em sua expressão comezinha, diária?

As Forças Armadas estão vocacionadas ao enfrentamento do inimigo externo, à defesa do território. O fato de que elas se vejam convocadas com a finalidade de conter um avanço, mesmo que hipotético da criminalidade, obriga a pensar se estão, do ponto de vista institucional e funcional, aparelhadas para a missão.

O que fazer? A tarefa principal das forças políticas minimamente responsáveis é impedir que uma situação diagnosticada como excepcional dê margem a iniciativas de exceção que, por certo, acabarão por atingir proporcionalmente mais os que hoje já padecem da violência.

Se o decreto presidencial lograr aprovação em sua tramitação, será responsabilidade do Parlamento zelar para que os efeitos negativos da medida não ocorram. Os parlamentares da bancada do Partido Socialista Brasileiro – PSB têm, nessas circunstâncias, liberdade para apreciar e decidir sobre a matéria, que é naturalmente complexa. Não faltarão, contudo, à responsabilidade de acompanhar todos seus desdobramentos, que interessam de perto à população do Rio de Janeiro e à democracia brasileira como um todo.

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