Quinta-feira, 21 de  fevereiro de 2019

Lideranças de federações de trabalhadores do campo se filiam ao PSB

Imprimir
Escrito por Luciane Ferreira |  Categoria: Blog
 |  Acessos: 21

 

 

 

O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, abonou nesta terça-feira (19) a ficha de filiação da secretária-geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Thaisa Daiane Silva, e de outros oito integrantes de federações de trabalhadores e agricultores nos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e o Distrito Federal, em um ato político na sede nacional, em Brasília. O vice-presidente nacional, Beto Albuquerque, e o deputado federal Heitor Schuch, também acompanharam o ato de filiação.

Entre os que ingressaram no partido estão os presidentes das Federações dos Trabalhadores e Agricultores Familiares do Mato Grosso do Sul (Fetagri-MS) e do Mato Grosso (Fetagri-MT), José Martins da Silva e Nilton José Macedo, respectivamente (Veja abaixo a lista completa de novos filiados).

É uma enorme alegria receber lideranças de um movimento sindical da maior importância para o PSB neste ato de filiação tão expressivo”, declarou Siqueira em sua saudação.

Estiveram presentes o vice-presidente de Relações Institucionais do PSB, Beto Albuquerque, o líder da oposição na Câmara, o deputado federal Alessandro Molon (RJ), que representou a bancada socialista na Casa; e o ex-senador João Capiberibe (AP).

Também participaram o deputado federal Vilson da Fetaemg (MG), o secretário nacional do Movimento Popular Socialista (MPS), Acilino Ribeiro e o diretor vice-presidente da Fundação João Mangabeira, Alexandre Navarro.

Em seu discurso de boas-vindas, Siqueira destacou a ligação histórica do partido com as lutas sindical e do campo, desde Francisco Julião, socialista que liderou a formação das ligas camponesas em Pernambuco, em 1947, e que se espalharam por todo o país.

Também em Pernambuco, o ex-governador Miguel Arraes liderou o Acordo do Campo, que assegurou aos trabalhadores rurais, pela primeira vez no país, os benefícios da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), lembrou Siqueira.

O presidente do PSB ressaltou que os trabalhadores rurais são protagonistas da luta histórica pelos direitos sociais assegurados na Constituição de 1988, e que devem continuar avançando para assegurar a manutenção desses direitos.

Devemos procurar avançar e nos organizar melhor na luta política, na luta sindical, na luta social, pela manutenção dos direitos sociais assegurados na Constituição de 1988, que foi resultado da luta da sociedade brasileira, sobretudo dos trabalhadores”, afirmou.

Para o presidente do PSB, são os movimentos sociais que sustentam, de fato, as grandes transformações de que o país necessita. “O PSB não se caracteriza apenas por sua representação eleitoral e parlamentar, embora importantíssima”, disse.

Só é possível operar grandes transformações sociais quando se somam a luta do parlamento e dos governos à dos movimentos sociais”, sustentou.

Siqueira também destacou a participação do PSB nos movimentos populares. “O PSB é um partido aberto para a participação de seus quadros nos movimentos sociais”, afirmou. “Em muitos estados, o partido tem colaborado com o movimento sindical rural, para que possa avançar nas conquistas de direitos sociais. Os trabalhadores rurais têm sido protagonistas de uma luta muito própria”, reiterou.

O socialista destacou ainda a união dos sindicatos e dos segmentos sociais como fundamentais para evitar retrocessos, sobretudo no atual momento em que o governo de ultra-direita de Jair Bolsonaro ameaça conquistas sociais no país com a sua agenda anti-popular.

Nós precisamos estar de braços dados, para que possamos assegurar aquilo que já é de direito constitucional e legal dos trabalhadores e trabalhadoras”, defendeu.

Os novos filiados também passam a integrar o Movimento Popular Socialista (MPS), segmento social do PSB que reúne entre 2 mil e 2,5 mil militantes organizados em 24 Estados e no Distrito Federal.

Para Thaisa Daiane, o ato de filiação é um momento simbólico em sua trajetória de vida e de luta sindical-rural.

Thaisa, que falou em nome dos novos filiados, disse que está determinada a ajudar o PSB e o MPS a se fortalecerem como partido de massa, por meio de amplas mobilizações populares e pela formação política da militância.

Iremos contribuir na construção de políticas partidárias, no recrutamento de mais militantes, na organização dos núcleos de base e comissões municipais do MPS e nas mobilizações para a defesa das políticas públicas do PSB”, afirmou. Thaisa assumirá a Coordenação Nacional do Núcleo de Base Camponesa, Agricultores Familiares, Assalariados Rurais e Sem Terras do MPS.

Representando o líder da bancada do PSB na Câmara, Tadeu Alencar, que não pode estar presente no ato, o deputado federal Alessandro Molon fez uma saudação aos novos filiados.

Sejam bem-vindos, o PSB ganha muito com a filiação de vocês. Fizemos a opção correta. Estamos num partido sério, honrado, comprometido com as melhores causas populares e que pode e deve se apresentar como uma alternativa para o Brasil, como uma saída para essa crise que vivemos hoje no país”, declarou.

O secretário nacional do Movimento Popular Socialista (MPS), Acilino Ribeiro, também deu boas-vindas aos novos filiados. Ele destacou que o segmento está promovendo diversos cursos de formação política para a militância em todo o país.

Estamos capacitando nossa militância e vamos transformar o PSB no maior partido de massas do país, porque ele tem condições de governar o Brasil, e o MPS estará nas ruas e nas redes dando todo o apoio com a organização popular”, disse.

 

PERFIL
Thaisa Daiane Silva, secretária-geral da Contag

Natural de Jaguari (MS), Thaisa Daiane é agricultora familiar e líder camponesa.

Graduada em Assistência Social, é secretária-geral da Contag desde 2017.

Conheceu a Confederação aos 14 anos, acompanhando a mãe nas atividades sindicais em Naviraí (MS). Foi secretária de Mulheres da entidade entre 2015 e 2017.

Uma coordenadoras da Marcha das Margaridas, mobilização anual de mulheres camponesas que acontece no país, Thaisa é uma das principais líderes de luta das trabalhadoras do campo.

Há mais de um ano colabora com o Núcleo da Base Camponesa, Agricultura Familiar e Comunidades Rurais do MPS.

 

Veja a lista completa de filiados:

Thaisa Daiane Silva, secretária-geral da Confederação dos Trabalhadores na Agricultura (Contag);
– José Martins da Silva, presidente da Federação dos Trabalhadores e Agricultores (as) Familiares de MS (Fetagri-MS);
– Nilton José Macedo, presidente da Federação dos Trabalhadores e Agricultores (as) Familiares de MT (Fetagri-MT);
– Orelio Maciel Gonçalves, diretor de Finanças da Fetagri-MS;
– Tania Fernandes de Pina Alcantra, diretora da Secretaria de Mulheres da Fetaeg-GO;
– Aryanny Alves Sobrinho, diretora de Juventude Rural da Fetadf-DF;
– Brenda Durães, representante do Sindicato dos Assalariados Rurais de Buritis-MG;
– Almir Gonçalves, coordenador de Assentamento do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Ponta Porã- MS;
– Antônio Marques de Oliveira, coordenador de Assentamento do Sindicato de Trabalhadores Rurais de Ponta Porã-MS;
– Idalina Canedo de Freitas, diretora do Inativos da Associação de Praças da Política Militar de MS e representante da Associação de Cabos e Soldados da MP de MS;
– Cristhian Jorge Canedo de Freitas, advogado de movimentos sociais em MS.

 

Assessoria de Comunicação/PSB Nacional

 

Deputadas socialistas querem que a União reconheça dívida da Lei Kandir

Imprimir
Escrito por Luciane Ferreira |  Categoria: Blog
 |  Acessos: 38

 

 

 

As deputadas socialistas Franciane Bayer e Liziane Bayer integraram a comitiva de parlamentares que se reuniram com o governador Eduardo Leite nesta segunda-feira (18), no Palácio Piratini. Elas solicitaram que o estado oficialize pedido para que o governo federal reconheça a dívida da Lei Kandir da União com os estados. Leite assegurou que irá elaborar o documento e o entregará na quarta-feira (20) ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, durante reunião sobre a Reforma da Previdência com os demais governadores, em Brasília.

Foi entregue ao governador ofício com cinco propostas de encaminhamento: realizar estratégias coordenadas, envolvendo os poderes, os deputados e a bancada federal gaúcha em defesa da pauta; organizar movimentos conjuntos com os estados que estão em maior dificuldade financeira e que também têm créditos a receber da União por conta da Lei Kandir, como Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Mato Grosso; buscar o reconhecimento da dívida da União perante o Rio Grande do Sul como um título executivo, a fim de possibilitar eventual confronto de contas, especialmente levando em conta a liminar que suspende o pagamento da dívida por parte do Estado; recordar que, em sentença proferida pelo Supremo Tribunal Federal, foi determinado que o Congresso regulamentasse a Lei Kandir em 12 meses e que se isso não ocorrer deverá o Tribunal de Contas da União proceder aos cálculos para o ressarcimento dos estados; e condicionar o reconhecimento da dívida pela União a eventual apoio à reforma da Previdência.


Com informações assessoria da deputada Liziane Bayer

Fotos Elaine Martins


 

Projeto de Schuch suspende decreto que elimina subsídios da energia elétrica rural

Imprimir
Escrito por Luciane Ferreira |  Categoria: Blog
 |  Acessos: 43

O deputado Heitor Schuch (PSB/RS) apresentou, nesta segunda-feira (4), Projeto de Decreto Legislativo sustando os efeitos do Decreto 9.642/2018, que extingue os subsídios concedidos à energia elétrica rural.

Um dos últimos atos do ex-presidente Michel Temer, o decreto, assinado em 28 de dezembro, prevê que no ano prazo de cinco anos todos os benefícios relativos a setor energéticos deixarão de existir. A redução será gradativa, começando agora em janeiro, e atinge em cheio os agricultores, que passarão a pagar mais pela energia consumida na propriedade. Hoje os produtores rurais contam com desconto entre 10% e 30%.

A medida prevê ainda a eliminação de descontos tarifários acumulados concedidos à irrigação e aquicultura, que permitia que um mesmo consumidor tivesse acesso a dois subsídios ao mesmo tempo. Também atinge quem trabalha com energia solar, eólica e de biomassa (casca de arroz), além de cooperativas de eletrificação rural. “Não tem justificativa essa medida, os agricultores têm garantidos esses descontos justamente em função da atividade diferenciada. Mais uma vez quem produz está sendo prejudicado, já não bastassem os altos custos de produção e a queda generalizada nos preços dos produtos agrícolas. O setor não tem como absorver esse impacto”, critica Schuch.

Texto e foto: Assessoria deputado Heitor Schuch

 

PSB traça metas e estratégias para as eleições de 2020 e 2022

Imprimir
Escrito por Luciane Ferreira |  Categoria: Blog
 |  Acessos: 95

Foram dois dias de debates para estabelecer metas e prazos. Este foi o principal objetivo da reunião de planejamento para 2019 da Executiva Estadual do PSB/RS realizada nos dias 9 e 10 de fevereiro, na sede do partido, em Porto Alegre. O intuito é fortalecer a legenda no estado e prepará-la para as eleições de 2020 e 2022, reforçando suas nominatas para oferecer ao eleitor alternativas qualificadas. 
Na abertura ocorreu a reunião ordinária da Executiva com discussões sobre a atual conjuntura política. Na ocasião o presidente José Stédile apresentou o seu pedido de licença para se dedicar exclusivamente ao trabalho na Secretaria Estadual de Obras e Habitação. Ele assumiu a titularidade da pasta no dia 1º de fevereiro. Com isso o primeiro vice-presidente e coordenador da bancada na Assembleia Legislativa, Mário Sander Bruck, assume interinamente a presidência do PSB/RS. "Tenho certeza que o Mário Bruck irá exercer o cargo com muita competência, dando sequência às ações desenvolvidas. Este é um ano muito importante para o PSB se fortalecer. Sigo contribuindo e trabalhando para o crescimento do nosso partido", justificou Stédile.
Em seguida Lúcio Almeida Hecktheur apresentou o Projeto Partidário e Eleitoral do PSB/RS para Eleições Futuras. O resultado é fruto do estudo de uma comissão formada para elaborar o planejamento. O grupo é composto por Hecktheur, Junico Antunes, Ernani Heberle, Mário Bruck e Anselmo Piovesan, todos filiados ao partido. 
A primeira parte foi dedicada ao levantamento da atual situação do partido no estado. Número de filiados, diretórios e resultados eleitorais, entre outros dados. Na segunda parte foram apresentadas propostas de projetos partidários nas áreas de comunicação, regionalização, expansão, formação política, gestão e segmentos. O objetivo é oferecer estrutura para reforçar os diretórios existentes ou implantá-los nos municípios que ainda não contam com a sigla. 
Também foram abordadas as estratégias e metas para o partido visando as eleições de 2020 e 2022. A finalidade é aumentar o número de candidaturas socialistas em todo estado. O tesoureiro Anselmo Piovesan fez uma explanação da situação financeira do partido. 
O presidente em exercício, Mário Bruck, reforçou que o PSB precisa criar um marca que o diferencie dos demais partidos. Ele classificou a reunião como muito produtiva. "O sucesso do PSB depende de todos nós, queremos construir um partido capaz de atender às expectativas de uma nova politica, e ter a sensibilidade para ouvir às vozes das ruas e comprometido com políticas públicas de gestão, eficiência e inclusão.

Texto e Fotos Luciane Ferreira

Segmentos organizados do PSB propõem pauta conjunta em defesa dos direitos sociais

Imprimir
Escrito por Luciane Ferreira |  Categoria: Blog
 |  Acessos: 36

 

Encerrou nesta segunda-feira (4) o Curso de Formação Política dos Segmentos Organizados do PSB, em Brasília. Os secretários nacionais defenderam a adoção de uma pauta conjunta que represente a vontade popular e a defesa dos direitos sociais diante da ameaça de retrocessos. O curso é promovido pela FJM em parceria com o PSB.

Participaram as secretárias e secretários nacionais: de Mulheres, Dora Pires; da Negritude Socialista, Valneide Nascimento; do LGBT Socialista, Tathiane Araújo; do Movimento Popular, Acilino Ribeiro; da Juventude Socialista, Tony Sechi; e do Sindicalismo Socialista, Joilson Cardoso.

O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, o ex-senador João Capiberibe, o diretor de Organização da Fundação João Mangabeira, Fábio Maia, como representante do diretor presidente Ricardo Coutinho, e o cientista político da FJM, Adriano Sandri, também participaram do evento.

Para Maia, o objetivo do curso é que os militantes troquem ideias e discutam para que o partido tenha “um norte” numa conjuntura política adversa com o governo de Jair Bolsonaro. “Dias difíceis virão e só serão atenuados com a luta do povo, com a organização popular e esse curso será um catalisador de ideias pra mobilizarmos cada vez mais a população para conquistarmos e garantirmos os nossos direitos”, disse.

Diante da “crise da democracia brasileira devido ao novo governo”, Capiberibe também defendeu a luta para superar essa “tragédia política”. “Hoje, nós temos um governo com cara de ultra-direita e temos que combater. Minha perspectiva é de que vamos superar isso através das lutas nas ruas, nas mídias e nas redes sociais. A estratégia de mobilização dos nossos segmentos precisa ser repensada de forma a mobilizar e despertar o interesse das pessoas pela política em todo o país. E isso se dará pela universalização da comunicação pelas redes”.

Já Acilino Ribeiro, secretário do Movimento Popular do PSB, disse é preciso fazer uma autocrítica para que a militância compreenda que precisa ser útil e não apenas importante. “Nós não temos que construir um partido pra nós, mas para a sociedade. O PSB precisa de uma militância que vá para as ruas e para as redes sociais contra esse governo que já disse tudo que vai fazer – vai perseguir homossexual, vai prender negros, vai acabar com a reforma agrária, vai tirar direitos dos trabalhadores. Então, não podemos esperar”, exaltou.

O secretário nacional da Juventude Socialista Brasileira (JSB), Tony Sechi, também apontou o fortalecimento dos segmentos e sua atuação na sociedade como uma necessidade para superar esse desafiador momento político. “A construção da militância no cotidiano é muito importante e, nesse cenário adverso, temos que combater essa ‘caça ao socialismo’. Essa palavra que está no nome do nosso partido e que nos move, tem um presidente declarando guerra a ela. Por isso, é um momento de nos unirmos como segmentos e buscarmos um planejamento a longo prazo para cada movimento”, afirmou.

Para Joilson Cardoso, secretário nacional da SSB, o curso é um momento de afirmação das posições de cada segmento, mas de forma conjunta. “É um encontro de construção coletiva entre as pautas dos nossos segmentos, para aprendermos uns com os outros sobre as nossas causas. Estamos aqui para aprender e ensinar a militância a tornar nosso partido mais forte e a respeitar nosso legado”, disse.

É necessário que a gente construa nossa pauta conjuntamente. Sozinhos não somos fortes, mas juntos sim. Por isso, entendemos que essa unidade dos segmentos é de fundamental importância para lutarmos juntos e defendermos as pautas uns dos outros para nos reafirmarmos enquanto partido socialista”, complementou a secretária nacional de Mulheres, Dora Pires.

Tathiane Araújo, secretária do LGBT Socialista, lamentou que as causas do movimento sofram muita discriminação na sociedade e na política. Por isso, aprovou a realização do curso como um espaço de troca de conhecimentos que pode ajudar a dispersar as pautas LGBT dentro do próprio partido. “Não queremos ser um segmento só para existir o gay, a ‘sapatão’ ou a travesti no partido. Precisamos de pessoas que expressem a política pública das pautas LGBT e que proponham isso para o Legislativo”.

Para a secretária da Negritude Socialista Brasileira (NSB), Valneide Nascimento, também é importante ter a população negra nos espaços de poder. Dessa forma, ela destaca que o curso tem como ponto principal a instrumentalização e empoderamento dos militantes de todos os segmentos com conhecimento para a compreensão da realidade política, econômica e social do país. Valneide defende ainda que exista uma agenda coletiva com pautas dos movimentos do partido para atuação na política e na sociedade.

Foram promovidas palestras sobre as novas bandeiras para a mobilização do PSB, como se comunicar com as bases por meio das mídias sociais, ativismo partidário na formação de quadros e no trabalho de base, entre outros temas.

Os militantes participaram de debates, elaboraram de propostas e ações comuns para o período de 2019 e 2020, atividades culturais e lançamentos de publicações e materiais em vídeo sobre o partido e seus segmentos.

Texto e Foto PSB Nacional 

 

EM PAUTA NA MÍDIA

Mais notícias da Pauta Socialista

MOVIMENTOS SOCIALISTAS

Produção, desenvolvimento e manutenção: