Quarta-feira, 21 de  novembro de 2018

Crescimento: PSB elegeu três governadores

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Escrito por Luciane Ferreira  |  Categoria: Blog
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Em Pernambuco, o governador Paulo Câmara derrotou Armando Monteiro (PTB), como fez em 2014, e foi reeleito com 50,61% (3.759.779) dos votos. Monteiro ficou em segundo lugar, com 36,01% (1.355.732). A coligação de Câmara também elegeu os dois senadores da chapa.

 

No Espírito Santo, Renato Casagrande conquistou 55% (1.931.990) dos votos válidos, contra Carlos Manato, segundo colocado com 525.877 (25,20%).

 

Na Paraíba, João Azevedo alcançou 58,2% (1.866.011), contra Lucélio Cartaxo (PV), que obteve 436.098 (23,40%).

 

Conheça histórico dos governadores eleitos:

 

Renato Casagrande (ES)

 

Natural de Castelo (ES), Casagrande tem 57 anos e vai governar o Estado pela segunda vez. Graduado em Direito e Engenharia Florestal, o socialista foi deputado estadual, deputado federal e senador.

 

Entre 2011 e 2015, período em que governou o Espírito Santo, Casagrande reequilibrou as contas públicas do Estado e implementou um programa que foi responsável por uma redução histórica dos índices de violência, o Estado Presente.

 

Em 2014, o Espírito Santo foi considerado o Estado mais transparente do país pela ONG Contas Abertas. A gestão socialista também foi o única a receber nota A da Secretaria do Tesouro Nacional, o que significa nota máxima em equilíbrio econômico e fiscal.

 

Durante a campanha, Casagrande disse que vai priorizar a segurança pública e a saúde. Os índices de violência, que voltaram a crescer no Estado, sobretudo os crimes contra o patrimônio, serão combatidos com o retorno do Batalhão de Missões Especiais (BME) e da Ronda Tática Ostensiva Motorizada (Rotam), extintos em 2017 pelo governo de Paulo Hartung (MDB).

 

Na área da saúde, Casagrande pretende descentralizar e regionalizar os serviços hospitalares, como consultas e exames, e reduzir o tempo de espera por atendimento com unidades móveis nos municípios.

 

Casagrande quer ainda investir em educação, com ampliação do ensino integral nas escolas e formação permanente de professores.

 

João Azevedo (PB)

 

Engenheiro Civil e professor, João Azevedo, de 62 anos, foi secretário de Estado da Infraestrutura, dos Recursos Hídricos, do Meio Ambiente e da Ciência e Tecnologia nos governos de Ricardo Coutinho (PSB). Na Prefeitura de João Pessoa, Azevedo ocupou o cargo de secretário de Serviços Urbanos.

 

O socialista iniciou a corrida eleitoral em terceiro lugar, mas surpreendeu com crescimento de 15 pontos percentuais nas últimas pesquisas Ibope. É a primeira vez que Azevedo irá ocupar um cargo eletivo.

 

Durante a campanha, Azevêdo defendeu a criação de escolas em tempo integral e ensino bilíngue, além de novas escolas técnicas. Na área da saúde, Azevedo propõe ampliar o número de leitos para internações de longa permanência e reformar os hospitais.

 

No setor de infraestrutura, defendeu a conclusão da implantação da Adutora Transparaíba, realização das obras para a contenção da erosão da Barreira de Cabo Branco e implantação de um veículo leve sobre trilhos (VLT) em Campina Grande.

 

O plano de governo de Azevedo prevê ainda criação e manutenção do Programa Primeiro Emprego, concursos públicos para a área de educação e para os quadros do sistema de segurança.

 

Paulo Câmara (PE)

 

Formado em Ciências Econômicas pela Universidade Federal de Pernambuco, Paulo Câmara, 46 anos, foi secretário de Administração do governo de Eduardo Campos entre 2007 e 2010. No mesmo ano, passou a responder pela Secretaria de Turismo e, em janeiro de 2011, assumiu o cargo de secretário da Fazenda até 2014.

 

Natural de Recife, Câmara foi eleito pela primeira vez governador de Pernambuco em 2014, também em primeiro turno, com 68% dos votos.

 

Durante a campanha, Paulo Câmara defendeu um “pacto pelo emprego” e pelo crescimento econômico para recuperar e criar novas vagas de trabalho em Pernambuco.

 

O socialista propôs a criação de um 13º salário para o Bolsa Família, a construção de moradias para diminuir o déficit habitacional e unidades de saúde em diferentes mesorregiões, para encurtar as distâncias para o tratamento médico de quem mora no interior.

 

Assessoria de Comunicação/PSB Nacional

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