Quarta-feira, 12 de  dezembro de 2018

Abertura do XIV Congresso Nacional do PSB reúne mais de 1,5 mil pessoas em Brasília

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Escrito por Luciane Ferreira  |  Categoria: Blog
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Diante de mais de 1,5 mil pessoas presentes na cerimônia de abertura do XIV Congresso Nacional do PSB, na noite desta quinta-feira (1º), em Brasília, o presidente nacional do partido, Carlos Siqueira, fez um balanço dos três anos de sua gestão, agradeceu o apoio recebido de filiados e das instâncias superiores e projetou crescimento nas eleições de 2018.

O presidente se dirigiu aos membros do Diretório e da Executiva Nacional: “Quero agradecer a todos, suplentes e titulares, que estiveram presentes em todos os momentos, sobretudo os mais difíceis, e que nos deram todo apoio quando necessário. Sem esse apoio dificilmente estaríamos em pé como estamos neste momento”, disse.

 

No início da solenidade, foram homenageados o linguista norte-americano Noam Chomsky – apresentado como um dos grandes críticos do capitalismo – e o escritor Ariano Suassuna. O pianista Arthur Moreira Lima, filiado ao partido, executou o Hino Nacional e da Internacional Socialista. O músico Antônio Nóbrega interpretou canções em homenagem a Suassuna. João Suassuna recebeu uma placa em reconhecimento ao seu avô.

Ao ser citada pelo presidente, Renata Campos, que estava acompanhada dos filhos, foi aplaudida longamente.

Carlos Siqueira destacou o crescimento dos segmentos organizados no partido, que nesses três anos, conquistaram seis vagas como titulares da Comissão Executiva Nacional. “Eu sempre digo que um partido socialista, pra chegar ao poder, não pode ter apenas apoio parlamentar, ele tem que estar organizado na sociedade, nos sindicatos, associações, no campo, na cidade, em todas as áreas. E nós estamos ocupando esses espaços gradualmente.”

Os seis segmentos elegeram suas direções nacionais na tarde desta quinta-feira. O LGBT Socialista escolheu como nova secretária Tathiane Araújo, a primeira mulher trans a integrar a Executiva Nacional do partido.

Estavam presentes na abertura os governadores Paulo Câmara (PE), Ricardo Coutinho (PB) e Rodrigo Rollemberg (DF), o vice-governador de São Paulo Márcio França, o vice-governador de Rondônia, Daniel Pereira, o vice-presidente de Relações Governamentais do PSB, Beto Albuquerque, e os líderes do partido no Senado, Lídice da Mata, e na Câmara, Julio Delgado.

Também participaram da cerimônia senadores, deputados e prefeitos, além de representantes de outros partidos e do corpo diplomático, entre eles, República Popular da China, Cuba e Rússia.

O presidente Carlos Siqueira, que conclui o seu mandato de três anos, assumido em outubro de 2014, lembrou em seu discurso do desafio de assumir a direção nacional após a morte do ex-governador, Eduardo Campos, que presidia o partido à época.

Ele exaltou os dirigentes que o antecederam, como João Mangabeira, Antonio Houaiss, Jamil Haddad, Miguel Arraes, Roberto Amaral e Eduardo Campos. “Todos foram, e são, porque há ainda os que estão vivos, homens da melhor qualidade, com os quais tive a honra de conviver, com os quais tive a honra de trabalhar. Eu aprendi muito com eles”.

A morte do líder pernambucano, no entanto, não implicou em divisões nem impediu o crescimento do partido, afirmou. Nas eleições municipais de 2016, o PSB se tornou o terceiro mais votado, elegendo 418 prefeitos, alguns de capitais importantes como Recife, Palmas, Campinas e Guarulhos, mais de 200 vice-prefeitos e quase quatro mil vereadores.

“O partido, como antes, continua progressivamente crescendo e ocupando os espaços, como deve ser”, afirmou.

Mas o presidente ponderou que as eleições não podem ser “um fim em si mesmas”. Para ele, o PSB precisa mostrar à sociedade brasileira seus ideais e suas bandeiras nas eleições majoritárias deste ano, que são totalmente diferentes da “direção errônea, conservadora, ultraliberal, antiética e desonesta” do atual governo brasileiro.

“É preciso que o país saiba que o PSB busca construir, permanentemente, um projeto nacional de desenvolvimento”, ressaltou.

Em seu discurso, prestou reconhecimento ao ex-governador Renato Casagrande, por sua atuação à frente da Fundação João Mangabeira, que elaborou uma proposta de desenvolvimento nacional dos socialistas.

Assessoria de Comunicação/PSB Nacional

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